Pular para o conteúdo

CP restabelece a oferta comercial após queda das temperaturas e mantém medidas preventivas

Funcionário ajuda passageiro com dispositivo de acessibilidade na entrada de um trem em plataforma.

CP retoma a oferta comercial após a queda das temperaturas

A CP informou nesta segunda-feira que voltou a disponibilizar integralmente a sua oferta comercial depois da redução das temperaturas, após os transtornos causados pela onda de calor na circulação ferroviária.

Em nota informativa, a CP – Comboios de Portugal indicou que, apesar do restabelecimento da oferta, seguirá adotando medidas de prevenção nos trens de longo curso.

Medidas preventivas nos trens de longo curso da CP

A empresa continuará a administrar a lotação de algumas composições de longo percurso, com o bloqueio da venda de assentos em determinados serviços e horários considerados mais críticos.

A CP também manterá o reforço de comunicação com os clientes, incentivando a adoção de comportamentos preventivos durante as viagens, além de disponibilizar água em diversas estações e em pontos estratégicos da rede.

Para garantir melhores condições de climatização, os trens estacionados permanecerão com as cortinas fechadas e, sempre que for operacionalmente possível, seguirão ligados durante o período de permanência no pátio.

A transportadora acrescentou que continuará monitorando a evolução das condições meteorológicas, tendo como prioridade a segurança de passageiros e trabalhadores.

Onda de calor: cancelamentos e efeitos na infraestrutura ferroviária

Nos últimos três dias, a empresa cancelou preventivamente 18 ligações Intercidades devido às temperaturas excepcionalmente elevadas. Segundo a CP, a medida buscou reduzir o risco de deterioração das condições de refrigeração a bordo e resguardar o conforto e o bem-estar de passageiros e equipes.

No domingo, a operadora explicou ainda que o impacto do calor extremo não se restringiu ao material circulante, atingindo também elementos da infraestrutura ferroviária, como sistemas de sinalização, a catenária e aparelhos de mudança de via.

A CP indicou que o risco de incêndio igualmente levou à interrupção ou à retenção temporária de trens em alguns trechos da rede, sempre que houve focos de fogo próximos à linha férrea que impediam a circulação com segurança.

Na mesma ocasião, a empresa negou que os constrangimentos estivessem ligados à falta de manutenção dos sistemas de ar-condicionado dos trens em operação. A CP afirmou que as manutenções periódicas são realizadas e reconheceu apenas que algumas séries mais antigas têm limitações frente aos padrões atuais de climatização.

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário