A Airbus, fabricante europeia, publicou o balanço comercial de abril de 2026 informando a entrega de 67 aeronaves a 39 clientes em diferentes regiões do mundo. No acumulado de 2026 até aqui, a companhia soma 181 aviões entregues para 57 operadores e companhias aéreas.
Entregas da Airbus em abril de 2026
As entregas realizadas no mês contemplaram várias das principais empresas aéreas globais. O grupo LATAM recebeu dois aviões em abril, sendo uma unidade destinada à LATAM Brasil. Já a IndiGo, maior operadora da Índia, incorporou cinco aeronaves da família A320neo.
Além disso, a Airbus repassou aeronaves para companhias como Air France, Delta Air Lines, Emirates, ITA Airways, Turkish Airlines, Qantas, JetBlue, Air China, Korean Air, SAS, TAP Air Portugal e Wizz Air.
Modelos de fuselagem larga entregues
No segmento de aviões de fuselagem larga, chamaram atenção as entregas de A330-900 para ITA Airways, Starlux Airlines e Royal Saudi Air Force, além de aeronaves A350 destinadas a Etihad Airways, Turkish Airlines, SAS e Emirates.
Novos pedidos e foco na família A320neo
Para além das entregas, a Airbus registrou 28 novos pedidos brutos em abril. As encomendas se concentraram sobretudo na família A320neo, mas também incluíram unidades dos modelos A330-900 e A350.
Entre os pedidos divulgados no período, clientes não identificados contrataram seis A321neo, 15 cargueiros A350F e dois A220-100. A aérea de baixo custo Scoot, de Singapura, também confirmou a compra de cinco aeronaves, sendo quatro A320neo e um A321neo.
Leasing e empresas que receberam aeronaves
No mercado de leasing, organizações como SMBC Aviation Capital, AerCap, CIT Leasing, CDB Leasing e Macquarie Financial Holdings também receberam aeronaves, com o objetivo de posterior operação por companhias clientes.
A família A320neo permaneceu como o produto mais relevante da Airbus no mês, mantendo a tendência dos últimos anos de procura elevada por aeronaves de corredor único e com maior eficiência no consumo de combustível.
Os dados de abril evidenciam a continuidade do ritmo de recuperação e expansão da fabricante europeia em um cenário de forte demanda global por novos aviões, especialmente para a aviação comercial de médio curso e para programas de renovação de frota.
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